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Berçário

Lição 7 · 4º Trimestre

Na Casa do Papai do Céu Eu Oro

Sobre esta Lição

Neste domingo o rei Ezequias volta para a sala. Na semana passada ele arrumou a Casa do Papai do Céu e ficou feliz. Hoje ele está com medo. E sabe o que ele faz? Junta as mãos e fala com o Papai do Céu. O gesto da semana é esse: mãozinhas juntas e olhinhos fechados. A frase da semana: "Papai do Céu, me ajuda!" Nesta idade não se explica o que é oração; mostra-se um adulto orando, e a criança aprende como se fala com Deus.

A história está em 2 Crônicas 32.1-23. Leia inteira em casa, de preferência duas vezes. É uma história de perigo. "Depois destas coisas e desta verdade, veio Senaqueribe, rei da Assíria, e entrou em Judá, e acampou-se contra as cidades fortificadas, e intentou apoderar-se delas" (2 Cr 32.1). O rei de Judá não fingiu que estava tudo bem. Animou o povo — "há um maior conosco do que com ele" (2 Cr 32.7) — e foi orar: "Porém o rei Ezequias e o profeta Isaías, filho de Amós, oraram contra isso, e clamaram ao céu" (2 Cr 32.20). Esse é o versículo da semana. Dois versículos depois vem a resposta: "Assim livrou o SENHOR a Ezequias, e aos moradores de Jerusalém, da mão de Senaqueribe, rei da Assíria, e da mão de todos; e de todos os lados os guiou" (2 Cr 32.22).

Um cuidado antes de preparar a sala. O texto tem guerra, cerco, ameaça e um anjo que destrói um exército (2 Cr 32.21). Tudo isso é para você ler, entender e adorar. Nada disso entra na fala para o bebê. Para ele, a história tem quatro frases: um rei lá longe queria arrumar problema; o rei Ezequias ficou com medo; ele falou com o Papai do Céu; o Papai do Céu ouviu e cuidou de todo mundo. Voz mansa do começo ao fim, nenhum grito, nenhuma careta de vilão.

Este é o sétimo domingo do trimestre Vamos Conhecer a Casa de Deus. A turma já louvou na presença do Papai do Céu, levou presentes para a Casa, viu que Ele cuida dela, conheceu o menino Samuel, o rei Salomão e, no domingo passado, o rei Ezequias feliz na Casa. Hoje descobre que a Casa do Papai do Céu é lugar de falar com Ele. Jesus mesmo disse: "Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração" (Mt 21.13).

Como sempre, criança de 0 a 2 anos não assiste aula: ela alterna, em ciclos de cinco a dez minutos. A revista pede bonecos de cartolina com palito de churrasco, massinha dentro de saquinho plástico, uma "muralha" de caixas de leite com velcro, torradas com geleia e giz de cera com lápis de cor. Quase tudo isso pode virar aula boa — mas o palito, o saquinho, o velcro, a torrada com geleia e o lápis de cor precisam ser trocados. Os ajustes de segurança estão explicados adiante, cada um no seu momento.

I — Boas-vindas, a turminha e o louvor

A revista abre com uma palavra para a professora: chegamos à metade do trimestre, a sala está bonita, a equipe está animada, e tudo isso é fruto de dedicação e entrega a Deus. Ela indica o Salmo 23.6 para meditar: "Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias." É o seu devocional, não o versículo da criança. E leia com o olho no verbo: a bondade de Deus segue você. Não é pagamento pelo seu esforço; é o Pastor indo atrás da ovelha. A revista fala em receber o que precisar "conforme a sua vontade" — guarde essa última parte, que é a mesma que vale para a oração das crianças.

A orientação sobre a turminha trata do lanche, e é muito boa: nada de saquinho de guloseima e pipoca para criança pequena. A revista lembra que a Organização Mundial da Saúde não recomenda açúcar antes dos 2 anos e sugere fruta, iogurte, leite e suco natural, com cardápio mensal montado com antecedência e conversa com os pais sobre restrições. Siga à risca. Pipoca, aliás, é risco de engasgo nesta idade, além de não ter valor nenhum para o bebê.

A revista traz também um conselho para o bebê que vem pela primeira vez: deixe quem o trouxe ficar junto, dentro da sala, e vá mostrando aos poucos a decoração, os brinquedos e os cantinhos. É exatamente isso. Bebê que estranha não é arrancado do colo. Objeto de apego fica com a criança.

A lista de materiais. Repare: ela traz palito, tesoura, cola, fita adesiva, velcro, saquinhos plásticos e massinha. Parte disso é material de preparo da professora, que fica guardado fora do alcance das crianças antes da primeira família chegar. A regra de bolso do trimestre vale para todo o resto: se o objeto passa inteiro por dentro de um rolo de papel higiênico vazio, ele não entra no berçário.

Para as boas-vindas, a revista pede preparo com antecedência — nada de providenciar material na última hora — e acolhida com alegria e carinho, cumprimentando cada criança e cada família: não é fácil deixar um bebê com outra pessoa. Faça a vistoria antes de abrir a porta: tomada tampada, quina protegida, nada pequeno no chão. Receba cada bebê abaixada na altura dele e chame pelo nome: "A paz do Senhor, (nome)! Que alegria você chegar na Casa do Papai do Céu!" E combine a regra de sempre: dois adultos na sala, porta aberta ou visor.

O louvor é "Na Casa de Deus Eu Oro", o cântico curto que a revista traz. Ele fala exatamente do gesto da semana: fechar os olhinhos e conversar com o Papai do Céu. A revista pede que você circule pela sala, bata palmas, levante os braços e sorria, e que cada um louve do jeito que sabe. Cante assim, e no trecho dos olhinhos faça o gesto bem devagar: as mãos se juntam na frente do peito, os olhos se fecham por dois segundos, e abrem de novo com um sorriso. Quem não fecha os olhos olha você fechando — e está aprendendo igual. Repita o cântico quantas vezes a turma quiser.

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